A oportunidade de vê-los foi esplêndida - encontrar fora do horário quem vejo toda semana, reencontrar quem não vejo há tempos, dar um oi, mesmobreve.
A todas as turmas, grupos, sociedades secretas, colegas, futuros colegas, professores, parentes, amigos, blogs e sites que estiveram lá.
O grupo Aleph, o Nipo-Pessoal, às turmas de RTV 3o. & 4o. da São Judas, de RTV Cásper - 1o. Ano, 2o. A e 2o. C, 4o. Ano (Metodologia, como foi isso?), ao antigo pessoal de Jornalismo da São Judas (tcc, tcc, tcc), ao pessoal da Cantareira (Maestro!) e às várias sociedades do jornalismo da Cásper, passado e presente, tanto as que ainda não se auto-denominaram quanto as que já tem nome: as Vingadoras, o pessoal do Gorfo, reminiscências do Catarse, a turma do JoBloquinho, o pessoal do Bagulho, à turma do Maldito, às pessoas do Mestrado da Puc, Cásper e Mackenzie, que levaram a dissertação para continuar escrevendo no caminho.
Houve até mesmo tentativas de interação interturmas.
Espero que todos tenham experimentado o vinho branco ao menos uma vez - infelizmente não rolou bolo e brigadeiro.
Depois de ontem não é fácil agradecer, porque foi muito legal.
Só me resta copiar o que o músico Arnold Schonberg escreveu no seu Tratado de Harmonia - "Aprendi este livro dos meus alunos".
Me tornei um lactófilo nos pubs de Norwich. Além da cerveja, lá serviam o leite da região, produzido por vacas locais.
Vinha direto fazendas a dois quilômetros de casa, era engarrafado na Cooperativa do lugar e vendido.
Mas há uma certa má-vontade contra quem gosta de tomar leite como se fosse água, compara tipos de leite pela textura e sabor, reconhece as marcas pelo branco.
Às vezes, nas palestras da Universidade havia vinho, whisky e cerveja. E chá, claro. Mas sempre uns dois ou três puxavam uma garrafinha de leite da mala e se acabavam. O pessoal do whisky olhava, curioso.
Aqui, o paraíso lactófilo é fora de São Paulo, capital.
Em Curitiba, por exemplo, foram livros e mais litros do leite Qualität, produzido no interior do Paraná. Em Minas tinha (tem?) o Mimosa. E, claro, o leite de Mococa no interiorr de São Paulo.
Mas as pessoas ainda estranham quando veem você elogiar o leite.